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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Prisões

Por diversas em nossa vida, em nosso cotidiano, buscamos fugir das rotinas, das gaiolas, prisões em que vivemos constantemente, pulamos de um canto ao outro, buscamos caminhos para felicidade plena e de repente nós vemos perante diversos dilemas e situações entediantes.

As vezes pensamos "Esse vai ser o rumo para ter felicidade e liberdade", e quando menos esperamos passamos a considerar todo aquele esforço maçante e repetitivo, caímos em mais uma rotina e nos sentimos jogados em armadilhas.

Nós construímos por muitas vezes em nossas vidas mais prisões, do que liberdades. Encontramos imensa dificuldade em aproveitar o que temos, mas temos que buscar no nosso dia à dia mudanças, para que nunca nos sintamos em uma situação sem saída ou em eterna repetição.

Construamos sim nossas prisões constantemente, até porque a nossa sociedade nos joga em moldes dos quais não podemos escapar, e terminamos por não ser tudo que queremos, mas que sempre possamos achar a chave para abrir a cela e sair de mais uma prisão, dando mais alguns passos em liberdade.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Liberdades extremas ou atos extremos?

No último ano vimos diversos atos desesperadores, de diversos grupos de pessoas, atos que diziam ser de "amor" exagerado, "fé" exagerada, "revolta" exagerada, com todos esses acontecimentos, eu pensei durante todo o ano, às vezes com revolta, tristeza, mágoa pelo acontecido, "terror", essa palavra tão repetida pela mídia ultimamente deve ter passado pela cabeça de diversas pessoas.

Mas eu incluiria também nessa pauta a palavra "perturbação", por pensar em todas as pessoas de bem que fazem parte de algum grupo que a partir dali passou a ser perseguido, seja essa pessoa muçulmano, vinda do oriente, da África, fugindo da guerra, brasileiros com alguma característica próxima à de pessoas do oriente médio ou até mesmo europeus.

Baseado nesse contexto, tudo que espero para o mundo nesse ano é paz, essa palavra com tanta força, tão grande, complexa e mantida em tamanha fragilidade sempre, não existe nação no mundo que esteja toda unida para explodir um hospital, matar pessoas em uma comemoração de ano novo em uma boate ou até mesmo em uma chacina familiar.

Acredito que juntos, seja muito mais forte, do que em guerra, espero que em um futuro recente possamos chegar à um bom consenso, uma boa condição para todos, espero que as pessoas tenham mais consciência de seus atos, não espero que peçam por deus nenhum antes de seus atos, mas que pensem na vida do próximo, pensem que aquela pessoa também tem amores, dores e toda uma vida.


Essa é a minha expectativa para o ano, acho difícil de realizar, isso é o que eu quero para o mundo, que a economia desabe, tanto faz! Que a política fique ruim, damos um jeito em 2018, ou talvez depois! Mas que aja paz... PAZ! é disso que o mundo mais precisa, enquanto as bombas caem, é isso que devemos buscar nos momentos de estresse.

Então, leitor, quando passar por seu momento de raiva, conte até três e diga "Paz!", diga paz, se acalme, pense que precisamos dela, e vamos juntos, a caminha ainda vai ser longa, com paz, espero que possamos fazer um mundo melhor.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Brainware - Capítulo 3 - A guerra das cinzas parte I

Isso foi a mais de 20 anos atrás, já se esperava por anos tantas nações entrando em conflito, as diversas divergências faziam com que todos esperassem, então tudo começou.
       Essa guerra que não tinha nenhuma parceria clara, as vezes os países paravam de se combater por causa de recursos, pela comercialização, mas sabia-se sempre que a guerra ia continuar de forma silenciosa, sorrateira, por onde ela avançasse entre as sombras.

Com isso a guerra chegou ao nível "nano-neural", uma batalha feita através do pensamento, você destruía nações psicologicamente, pelo simples fato de derrubar um grupo de pessoas, descobriu-se o "Brain line", conexões cerebrais que as pessoas desenvolviam em comunidade.

Então logo, se contaminava uma pessoa, e em pouco mais de um mês se tinha um exercito de pessoas infiltradas no outro país atacando suas famílias, suas conquistas e sua própria pátria. Eram os zumbis de um estado inimigo, um exército que não tinha como voltar ao normal, mesmo que os exércitos conseguissem algum controle, terminavam por dar baixas a seu próprio país.

E logo homens estavam enlouquecendo por ter que matar seus companheiros, vizinhos, filhos, países deixaram de existir como se nunca tivessem tido participação na história e então surgiu aquilo que apagava pessoas da história.

O contra golpe da natureza que ninguém esperava "Blank", pessoas se esqueciam de tudo, perdiam as informações em um segundo, diferente de uma Alzheimer, era um ataque total, logo estavam como se tivessem passado por uma lobotomia, andavam pelas cidades expressando sons estranhos "Ouuu", "akkky", "Ummmbuooo"... As pessoas tinham medo, o estado tinha criado uma arma para atacar a própria sociedade.

As pessoas não morriam com Blank, mas com o tempo a doença começou a se espalhar, e começaram a nascer pessoas sem a capacidade de recordar ou aprender, claramente tinham o Blank, o mundo estava entrando em uma era sem lembranças, sem aprender, sem história, com tudo que poderia até mesmo enterrar em uma guerra de cinzas.









terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Vida pessoal e aleatoriedades

Quando eu vou escrever para me concentrar tenho um ritual especial devido a alguns fatores, por exemplo, minha cidade é extremamente barulhenta, então eu tenho que encontrar uma forma de me isolar com música, mas não posso colocar músicas que eu queira cantar ou fiquem me distraindo.

Nesse momento eu poderia talvez colocar música clássica ou instrumental, mas como musico termino me concentrando nos instrumentos, então dou preferência a algo que eu não odeie, seja de meu gosto mas não me distraia *E nesse caso ainda me dá energia*, Girls Generation e K-pop, é algo enérgico e fica em paralelo enquanto me concentro.

Além de após escrever ser divertido de ouvir, espero que tenham gostado da minha dica de concentração.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Brainware - Capítulo 2 - Uma doença devastadora

Era uma tarde de outubro quando minha própria mãe fez com que seu sangue se transformasse em um veneno porque não podia mais suportar viver sem poder imaginar, aquilo doía muito para quem um dia foi uma artista renomada, ela nunca mais havia feito sequer um pequeno quadro.

Ela tinha medo de dormir, não dormia a dias, e o estado tinha terminado de proibir a eutanásia e a lobotomia de pessoas com Pandora na época, pois elas deveriam ser "estudadas", levadas para casas isoladas, forçadas a seus limites e mortas se resistissem.

Infelizmente, eu entendo muito desse último fato pois me tornei um mero cão do estado, meu nome é Henry York, eu trabalho atualmente no projeto Brainware, eu passei muito tempo no blackout e talvez isso seja uma das razões da minha atitude fria atual, além do fato de um dia ter pertencido a um estado que já não existe chamado Inglaterra.

Os estados do mundo antigo me trazem saudades, e pensar que as pessoas ainda discutiam fatores como política, uniões políticas, moda, entre outros fatores, ninguém pensava que chegaria um momento de unificação ou algo parecido com isso.

Não sei quantas culturas antigas estão a salvo agora e quantas foram destruídas, o mundo que antes lembrava do império romano, da Grécia e da Pérsia como algo antigo, agora olha para sua face a 20 anos atrás e vê um passado, muito, muito distante.

A Pandora reduziu a população mundial a 10% do que tínhamos quando ela começou, de 10 bilhões para 100 milhões, agora não passamos de um país com uma população na média atualmente, o mundo se resume a isso, não que 100 milhões seja pequeno, mas pelos estudos, a população irá cair nos próximos dois anos para 80 milhões e assim por diante.

As pessoas com Pandora sempre dão um jeito de se matar, e quando não, levam muitas pessoas junto quando morrem, seus filhos normalmente são estéreis, morrem no nascimento, ou desenvolvem sérios problemas cerebrais, isso quando as mães não os matam por medo de que vejam no que o mundo se tornou.

A caixa está aberta, eu agora estou esperando que o mais importante dela não se perca... A esperança.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Brainware - Capítulo 1 - Um gênio sem precendentes.

Eu sou Thomas Klein, tenho 16 anos, estudo no centro de formação de mestres das ciências e artes da vida, sou o único estudante com bolsa integral daqui, falo 4 línguas e tenho 3 formações normais à nível PHD, se eu estivesse exposto a comunidade normal, seria considerado o maior gênio vivo atualmente.

O mundo atualmente está com três diferentes doenças ligadas a funções neurais, eu sou um cientista moderno, estudo todas as funções humanas possíveis em busca de uma cura, em busca de fazer um mundo melhor.

Se fosse tão simples quanto imaginar, aqui estaria como o herói do mundo, ou por trás das cortinas mostrando um herói a todos,

É estranho ver as pessoas se tornando seres sem controle, isolados de sua consciência e de seus pensamentos comuns, e ainda agindo como se tivessem passado por uma eutanásia, o mundo em que estamos vivendo é bem pior do que os apocalipses zumbis que vendiam a 20 ou 30 anos atrás.

Ainda existe o Imagine Shockdown, termo em inglês para descrever essa anomalia de rendimento que eleva as ondas cerebrais ao nível de destruir coisas realmente... Além de deteriorar o corpo.

Eu com certeza acharei uma cura, eu com certeza farei com que isso termine.

- Klein, você tem visita - Disse um dos acompanhantes de rendimento do centro da porta do meu quarto.

- Eu já vou. - Descendo da minha estante de livros de onde observava o céu pela janela. dei 235 passos até aquele jardim onde algo novo estava a minha espera, algo chamado de "Instituto Brainware".

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Viver por viver ou viver?

Muitas vezes na vida nos questionamos sobre diversos fatores dela, de onde viemos? Pra onde vamos? Quem somos? Entre tantas outras coisas, eu venho a todos fazer um único questionamento, um que podemos responder hoje, agora, daqui a uma semana, um mês, um ano... Ou podemos simplesmente nunca responder! Por quais razões vivemos? Em que momento realmente "vivemos"?

Alguns dizem viver entre o nascimento e o morrer, outros viver entre a vida e a morte, outros tantos até que a morte os separe, mas o quanto realmente vivemos sem esperar a morte?
   Vejo hoje que muitas pessoas não buscam razões, não buscam emoções, não buscam nada, porque viver esperando que algo mude sem se mudar?

Podemos mudar a cada piscar de olhos, podemos viver pela respiração pesada de ter dado o melhor de cada um de nós, podemos não somente planejar, mas sim viver e fazer! Chega de planejar! Vivemos planejando, vivemos esperando, mas a resposta está em cada um de nós, busque fazer, busque mudar.

Somos mundos e mundos, e podemos mudar tudo a nossa volta, basta um passo sem olhar para começar! Por favor, tente isso hoje.

Carta pela vida.